Mochilão – Foz do Iguaçu, Argentina e Paraguai (Parte 5)
12 de março de 2016
QUINTO DIA – 12/04
Fiz o mesmo ritual de sempre. Acordei cedo, tomei café da manhã e saí caminhando. Sexta-feira foi dia de Mesquita Muçulmana, Templo Budista e Free Shop, na Argentina. Na noite anterior eu tinha conversado com a Bruna sobre como chegar ao Templo. Não sei se eu comentei, mas a Bruna é de São Paulo, mas estuda em Foz do Iguaçu. Ela me instruiu certinho. Fiquei com preguiça de pegar um ônibus, então, liguei o GPS do celular e fui andando para a Mesquita. Andei 1,7km. Pertinho. Do lado da Mesquita tem uma escola árabe e os alunos (garotos + garotas) estavam jogando futebol e cantando “Vodka ou água de coco pra mim tanto faz”. Levei um susto, confesso. No site eles falam que é preciso agendar uma visita para poder conhecer a Mesquita por dentro. Mandei e-mail, mas não obtive retorno. Resolvi ir mesmo assim. As pessoas que trabalham lá foram muito simpáticas e eu pude visitar sim a Mesquita mesmo sem a confirmação do e-mail. A Mesquita é LINDA e me passou uma paz muito boa. O único problema é que a senhora que me acompanhou não deu nenhuma informação sobre a Mesquita.
Eu estava em um dilema se iria ou não para lá. Todo mundo me alertou que o Templo ficava em um local muito isolado e que o ônibus passava muito longe de lá. Como eu sou teimosa, pensei: “Não vim lá de longe para não ir lá”.
Saí da Mesquita e peguei o táxi do Sr. Antônio para o Templo Budista. O táxi custou R$60 porque o lugar é realmente isolado, mas o Sr. Antônio ainda tirou as minhas fotos e me deixou “em casa” por esse preço. J
Durante toda a semana fez sol em Foz, mas a sexta-feira acordou cinzenta e com muita cara de chuva. Enquanto eu estava lá contemplando Buda, caiu uma chuva fora de série. Chuva até bem rara de se ver aqui em Brasília. Mas valeu muito a pena ter ido para o Templo. Adoro essa sensação de paz. Sem falar, que de lá dá para ver Foz do Iguaçu e Ciudad Del Este.
Voltei para o albergue, esperei a chuva passar um pouco, almocei no lugar de sempre (R$6) e peguei um ônibus para a Argentina (R$4). Para ir ao Free Shop você não precisa passar pela aduana de novo. A entrada dele é um pouco antes. O que eu achei do Free Shop? Esperava bem mais. Achei pequeno e caro. As únicas coisas que compensavam comprar lá eram chocolates, óculos e perfumes.
Lembrando que é proibido fotografar lá dentro. Na entrada as atendentes colocam sua bolsa dentro de uma sacola lacrada e você anda com essa sacola. O lacre só é rompido no caixa. O preço no Free Shop é em dólar, mas você pode pagar com Real também. Se eu não me engano, a cotação estava R$2,20. Estava caro. Peguei o ônibus de volta para Foz, jantei na padaria sozinha, porque a Sheena tinha ido embora durante o dia, e arrumei as malas. O meu voo de volta para casa estava marcado para 5h.
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